segunda-feira, 13 de junho de 2011

Paracetamol: novas indicações de dosagem nos EUA e Reino Unido


Os medicamentos que têm como princípio activo o paracetamol - analgésicos (para alívio da dor) e antipiréticos (para baixar a febre) - usualmente dados às crianças, vão ter novas instruções de dosagem nos EUA e no Reino Unido, avança a tvi24. Em ambos os países, as autoridades oficiais que controlam as questões relacionadas com os medicamentos (a FDA, nos EUA, e a MHRA, no Reino Unido) anunciaram que, até ao final do ano, estes medicamentos serão acompanhados de novas bulas, com indicações mais precisas relativamente à dosagem.



A medida foi tomada na sequência da publicação recente de um estudo que alertava para o facto de muitas crianças tomarem doses erradas de paracetamol. Já não foi a primeira vez que a comunidade científica alerta os profissionais de saúde os pais para este risco.



O paracetamol é uma substância normalmente bem tolerada, mas as doses recomendadas para o peso e idade devem ser respeitadas, pois a sobredosagem pode levar a intoxicações hepáticas graves.



As mudanças na posologia prendem-se sobretudo com uma maior precisão da adequação da dose à idade, ou seja, passará a haver intervalos mais pequenos de idades com indicação da dose certa para essa fase, em vez de intervalos grandes, dos 6 aos 12, por exemplo, com indicação de uma dose que pode variar entre os 5 e os 10ml. A apresentação em xarope, normalmente usada em crianças, facilita a dosagem correcta.



Em Portugal



Segundo o Infarmed, não haverá qualquer alteração. A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) analisou a questão, levantada pelo estudo referido, e concluiu não haver necessidade de novas recomendações de dosagem.



Segundo Pedro Faleiro, assessor de imprensa do Infarmed, "no nosso país, tal como na generalidade dos países europeus, as recomendações estão bem definidas e a AEM não considerou necessário fazer alterações. O Reino Unido tomou a iniciativa de fazer um pequeno ajuste, mas tal como nos EUA, isto prende-se mais com diferenças culturais, ou seja, são países onde a acessibilidade ao medicamento é muito maior e onde por isso sentiram necessidade de recomendar doses mais precisas, para maior segurança", explicou ao IOL Mãe.



No nosso país, o Ben-u-Ron®, um dos medicamentos com paracetamol mais usados em crianças tem de resto indicações de dosagem bastante precisas, com intervalos pequenos de idade e referência também ao peso. Já noutros xaropes, como o Panasorbe®, Paracetamol Accel® ou Paramolan®, as indicações de dosagem são menos precisas.

RCC Pharma

Liminar libera farmácias de taxa de boleto


A Justiça paulista concedeu uma antecipação de tutela - espécie de liminar - ao Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos de São Paulo (Sincofarma/SP) e livrou cerca de 12 mil farmácias do Estado do pagamento de taxa cobrada para a emissão de boleto bancário, repassada por duas distribuidoras de medicamentos. A decisão foi proferida pelo juiz Daniel Luiz Maia Santos, da 4ª Vara Cível da capital.


Essa é a segunda vitória judicial das farmácias paulistas. Em janeiro, o juiz Fabio Coimbra Junqueira, da 3ª Vara Cível de São Paulo, determinou, por meio de antecipação de tutela, que outras duas fornecedoras suspendessem o repasse. Uma terceira ação ajuizada pelo Sincofarma aguarda julgamento na primeira instância.

Nos dois casos julgados, os juízes consideraram abusiva a cobrança da taxa, uma vez que não é oferecido às farmácias um meio alternativo de pagamento. Para o juiz Daniel Luiz Maia Santos, que concedeu antecipação de tutela contra as distribuidoras Servimed e Panarello, a imposição do boleto cria "uma situação de injustiça aos varejistas, que não podem negociar livremente a contratação e ficam condicionados ao pagamento de uma taxa extra, alheia ao preço do produto".

A cobrança da taxa - de R$ 1,39 por boleto - não está prevista em contrato, de acordo com o advogado do Sincofarma, Renato Romolo Tamarozzi. Mas, de acordo com as distribuidoras, havia uma acordo verbal. Segundo o advogado, o custo mensal da operação chega a R$ 1.200 para pequenas e médias farmácias, que possuem, em média, faturamento de R$ 200 mil por mês. "Há uma relação comercial desigual que deixa as empresas, principalmente as menores, vulneráveis", afirma Tamarozzi, que estuda entrar com novas ações contra distribuidoras menores. Os sindicatos que representam o comércio varejista de medicamentos nos Estados do Rio Grande do Sul e do Paraná também analisam a possibilidade de questionar o repasse na Justiça.

Apesar de acatarem os pedidos de antecipação de tutela, os juízes desconsideraram o argumento do Sincofarma/SP de que a cobrança da taxa violaria o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e a Resolução nº 3.693, de 2009, do Banco Central, que proíbe a cobrança de despesas para a emissão de boleto.

As fornecedoras de medicamentos vão recorrer da decisão. "Os dispositivos citados pelo Sincofarma só se aplicam aos consumidores finais" diz a advogada da distribuidora Servimed, Débora Galhardo de Camargo Costa. No entendimento da advogada Daiane Brancaglion Bollos, que defende a Panarello, não há lei que vede a cobrança da taxa para relações comerciais entre pessoas jurídicas.

Para os advogados das distribuidoras e do Sincofarma, mesmo a Lei nº 14.463, editada neste mês pelo Estado de São Paulo e que proíbe a cobrança de taxa para a emissão de carnê ou boleto bancário, não mudará o rumo dos processos. No entendimento deles, o novo dispositivo vale apenas para o consumidor final.

Para o advogado Alexandre Lessmann Buttazi, do escritório Tavares, Riemma e Advogados Associados, o texto da lei - que possui dois artigos - não deixa claro o alvo da proibição. No entanto, ele acredita que o foco seja mesmo o consumidor final, já que o artigo 2º prevê que a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) é responsável pela fiscalização. "Mas só o Judiciário definirá para quem vale a lei", afirma.

Jornalista: Bárbara Pombo

Por que o Brasil é exemplo no combate contra AIDS

Após 30 anos do relatório oficial do Centro e Controle de Doenças americano sobre a epidemia de HIV/AIDS, o país que tem apresentado a melhor resposta para o controle da doença não são os Estados Unidos, nem qualquer outro país dito “desenvolvido”. Trata-se do nosso amado, idolatrado, salve-salve Brasil.

Eduardo Gomez, especialista em políticas públicas e administração americano, conta que quando foi pesquisar sobre o assunto para seu doutorado, se surpreendeu com a resposta rápida do Brasil à epidemia, especialmente quando comparado com outras nações.

“Depois de viajar para diversas cidades em todo o país, entrevistando pacientes com AIDS, autoridades de saúde e ativistas, eu percebi que o governo estava de fato totalmente comprometido com a erradicação da doença”, conta. “Os brasileiros queriam provar ao mundo que tinham a capacidade técnica e o compromisso político necessários para fazê-lo. Conseguiram”.

Dentre as razões para o sucesso do país, estão as agressivas campanhas nacionais de prevenção para grupos de alto risco, que têm contribuído para um declínio acentuado dos casos da doença no Brasil. Devido à criação de programas nacionais de prevenção direcionados a homens gays e mulheres – em 2002 e 2007, respectivamente -, o Brasil tem apresentado um declínio acentuado nos casos de infecção do vírus HIV nos dois grupos.

Entre os homossexuais masculinos, houve 3.376 novas infecções em 1996 e apenas 647 em 2009 – uma queda de 81%. Entre as mulheres, os números caíram de 7.419 novos casos em 1996 para 2.034 em 2009 – 73% a menos.

Em comparação, a infecção entre o maior grupo de risco nos Estados Unidos, atualmente homens afro-americanos e gays, permanece elevada: se em 1998 haviam sido registrados 20.672 novos casos entre afro-americanos, esse número aumentou para 21.549 11 anos depois. Enquanto isso, 17.357 infecções foram notificados em gays em 1998, apresentando apenas uma leve queda para 14.383 em 2009.

Considerando que vivíamos em uma ditadura militar com uma distribuição muito desigual da cobertura dos cuidados de saúde 20 anos atrás, como explicar isso?

De acordo com Gomez, o primeiro indício está no dinheiro. De 2000 a 2007, o Congresso brasileiro quase dobrou a quantidade de financiamento para o combate à AIDS – de 713 mil reais no começo da década para 1,3 bilhões em 2007. Os gastos nos EUA, por exemplo, cresceram em um ritmo mais lento.

O Brasil também tem feito um trabalho melhor ao providenciar medicamentos contra a doença. Em 1996, o Congresso aprovou uma lei federal determinando o fornecimento universal de medicamentos antirretrovirais. Os gastos com esse tipo de droga deu um salto de R$ 25 milhões em 1996 para mais de um bilhão de reais em 2009.

“Em contraste, os Estados Unidos têm se mostrado sistematicamente aquém de garantir o acesso ao remédio”, afirma Gomez. De acordo com um relatório divulgado mês passado no país, há uma lista de espera de 8.100 pessoas que necessitam de medicamentos antirretrovirais nos EUA.

Ao perceber que as cidades tinham necessidade de financiamento para ajudar a combater a doença, o governo brasileiro criou novos programas de apoio. Em 2002, surgiu o Fundo-a-Fundo, que prevê verba mensal para as cidades que demonstrarem necessidade. O financiamento para este programa aumentou de 579 mil reais em 2003 para 1,5 bilhão de reais em 2010. Nos Estados Unidos, pelo contrário, o último programa desse tipo criado data de 1993.

Os profissionais de saúde no Brasil aprenderam desde cedo que precisam trabalhar em conjunto com a sociedade civil a fim de combater com sucesso a AIDS. A partir de meados da década de 1980, o governo convidou ativistas gays e representantes de organizações não governamentais para ajudar a elaborar políticas e aprender mais sobre o vírus e as necessidades de cuidados de saúde. Essa incorporação nunca ocorreu nos EUA.

Até nossa situação política ajudou no combate à AIDS. Com o fim da ditadura, o acesso aos cuidados de saúde como um direito humano foi garantido na Constituição de 1988.

Quando a doença surgiu, o governo foi forçado a fazer o que podia para garantir o acesso aos medicamentos, segundo Gomez. O país, então, entrou em intensas negociações com empresas farmacêuticas para baixar os preços das drogas. “Caso ambas as partes não chegassem a um acordo, as empresas farmacêuticas enfrentariam o fantasma de o Brasil produzir e distribuir versões genéricas de medicamentos patenteados”, conta.

Os esforços do país lhe renderam prêmios internacionais: da Fundação Bill & Melinda Gates, como melhor modelo de resposta à AIDS em 2003, da UNAIDS, em 2004, além de elogios do renomado médico Sanjay Gupta, da CNN, como a “inveja do mundo” em 2009. E o governo continua aumentando o seu compromisso contra a epidemia.

O governo brasileiro, porém, não pensa apenas no seu próprio país, afirma Eduardo Gomez. O reconhecimento mundial motivou o país a ajudar as nações africanas a desenvolverem a capacidade necessária para produzir medicamentos antirretrovirais. “A atenção internacional ainda é usada como uma plataforma para abordar outras questões relacionadas, tais como direitos humanos, redução da pobreza e até mesmo a tecnologia de biocombustível”, diz.[CNN]

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Falta de sono e desidratação podem ser tão prejudiciais quanto ecstasy?


As raves, festas de música eletrônica que pode durar mais de um dia, caíram no gosto dos jovens há uns cinco anos. Antigamente, elas eram exclusivas dos amantes da música eletrônica que não tocava nas baladas comuns, geralmente os DJs eram estrangeiros e traziam as novidades dos clubes underground da Europa. Hoje, estas festas estão mais acessíveis, assim como as drogas que rolam por lá. O Ecstasy é uma delas.

Esta droga tem efeitos colaterais devastadores, mas pesquisadores da escola de medicina de Harvard estão colocando um deles em cheque. Segundo o pesquisador, John Halpern, os estudos que culpam o ecstasy pela perda de memória e depressão falharam em levar em consideração a falta de sono e a hidratação resultante das horas a fio dançando. Ele disse que estas atividades podem causar perda de memória sozinhas, mesmo sem o uso da droga.

O time de cientistas responsáveis pelo estudo comparou usuários e não usuários com um histórico de longas noitadas de festa com exposição mínima ao álcool e outras drogas. Eles relataram que os dois grupos completaram um teste de fluência verbal, memória e depressão de maneira similar.

Se liga

Para os mais velhos, E, para os mais novos, bala. O Escstasy é uma droga sintética que causa sensação de estímulo mental, empatia com as pessoas, bem-estar físico e emocional, diminuição da ansiedade e aumento da percepção sensorial. Pode parecer bom, mas os efeitos colaterais são muito piores.

Durante o uso, alguns efeitos adversos podem ocorrer como: náusea, sudorese, calafrio, câimbras musculares, ranger de dentes e visão embaçada. Além de sensações desagradáveis como ansiedade e agitação.

A droga pode causar overdose e matar. Alguns dos sintomas que podem evidenciar este quadro são: hipertensão sanguínea, ataques de pânico, fraqueza, convulsões e perda da consciência. O desgaste físico e mental causado pela droga pode levar à hipertermia, aumento temperatura corporal, que pode rapidamente evoluir para degeneração muscular e falha renal. Outros sintomas associados são desidratação, hipertensão e parada cardíaca. Ao contrário do que declararam os médicos de Harvard, a maioria dos médicos concorda que o uso prolongado da droga pode levar a uma redução significativa da capacidade mental. [NewScientist e BRAHA]

Não, pílula anticoncepcional não engorda


É muito comum as mulheres afirmarem que pílula anticoncepcional engorda. O que, a partir de agora, é cientificamente mentira.

No início desse ano, um estudo constatou que a pílula não deixa ninguém mais gordo (primatas, pelo menos). Agora, mais um estudo recente constatou que a pílula não leva ao ganho de peso, apesar do que muitas mulheres falam por aí.

Ingela Lindh, estudante universitária sueca, demonstrou em sua tese que é um mito o boato de que a pílula torna as mulheres mais cheias. Ela analisou 1.749 mulheres com idades entre 19 e 44 anos, as quais responderam questões sobre a saúde a cada cinco anos.

Conclusão: ninguém que tomava a pílula engordou mais do quem não tomava. Segundo o estudo, a pílula, que contém estrogênio e progesterona, é o anticoncepcional preferido entre as mulheres com idade inferior a 29 anos. Depois disso, os preservativos são mais populares, em seguida do DIU.

Ingela explica que as mulheres decidem parar de usar pílulas anticoncepcionais por diversas razões, incluindo o medo de efeitos colaterais, como ganho de peso e alterações de humor.

As participantes de fato ganharam cerca de 10 quilos durante o estudo, mas os únicos fatores que afetaram esse ganho de peso foram o envelhecimento e o tabagismo. Os cientistas disseram que as mulheres podem estar culpando a pílula pelo ganho de peso natural que ocorre com a idade.

Isso pode ser verdade, mas muitas mulheres continuam convencidas de que a pílula causa algum tipo de variação do peso. Os médicos ainda têm que estudar as afirmações sobre mudanças de humor também, que para muitas mulheres é suficiente para tornar o uso da pílula insuportável.

Ingela acredita que suas descobertas devem encorajar mais mulheres a tomarem a pílula. “É importante deixar que elas saibam que a pílula não afeta o peso, pois há um temor real de que elas engordem, especialmente entre mulheres jovens, e isso pode ser uma das razões pelas quais eles não queiram usar esse método anticoncepcional”, diz.[Jezebel]

Como o magnetismo pode melhorar sua saúde

Pesquisadores americanos estão estudando como utilizar um campo magnético para “afinar” o sangue humano para melhorar a circulação. Nosso sangue, quando “engrossa”, pode prejudicar os vasos sanguíneos e, assim, aumentar o risco de ataques cardíacos.

O professor de física Rongjia Tao é pioneiro em utilizar campos elétricos ou magnéticos para diminuir a viscosidade de óleos em motores e tubulações. Agora, ele decidiu aplicar o mesmo método no sistema circulatório.

Como as células do sangue contêm ferro, Tao conseguiu reduzir a viscosidade do sangue em até 30%, submetendo a pessoa a um campo magnético de 1,3 Tesla por cerca de um minuto. O pesquisador e sua equipe testaram diversas amostras de sangue no laboratório da universidade e descobriram que o campo polarizava as células fazendo com que elas se ligassem em pequenas correntes, deixando o movimento do sangue mais linear.

Como as correntes de sangue são maiores que uma célula sozinha, elas fluem pelo centro, reduzindo a fricção contra a parede dos vasos. Esse efeito combinado reduziu a viscosidade do sangue, fazendo com que ele corresse mais livremente.

Quando o campo foi afastado, a viscosidade original do sangue voltou lentamente a como era antes, mas em um período de muitas horas. “Se selecionarmos um campo magnético ideal e uma duração para a pulsação, nós poderemos controlar o tamanho do agregado de células e, assim, controlar a viscosidade do sangue”, disse Tao. “Esse método nos oferece um meio efetivo de controlar a viscosidade do sangue”.

Atualmente, a única maneira de controlar esse problema é com o uso de remédios como aspirina, contudo, eles geralmente têm efeitos colaterais. Tao afirma que seu método é mais seguro, mesmo quando repetido diversas vezes – o pesquisador promete que as células do sangue não perdem sua função.

Agora, os cientistas envolvidos no estudo estão tentando desenvolver uma maneira para ampliar o efeito e transformar a terapia em um tratamento que previna doenças cardíacas.[ScienceDaily]

Antibióticos cresceram 15% em média nos últimos três anos


O mercado de antibióticos - classe terapêutica dos Antibacterianos sistêmicos, segundo classificação da consultoria que audita a indústria farmacêutica IMS Health - está crescendo no Brasil a uma média anual de 15% nos últimos três anos.


Em abril, esses produtos movimentaram R$ 2,006 bilhões, o que representou avanço de 15,7% frente ao período anterior. Em unidades, foram vendidas mais de 96 milhões antibióticos no país entre abril do ano passado e abril de 2011, alta de 11,3%.

Dentre as empresas de maior sucesso no segmento, há muitas brasileiras. Em primeiro lugar no ranking de vendas (em receita) da IMS, está a EMS Pharma, seguida da Medley. O Teuto Brasileiro ocupa a nona posição.

O crescimento desse mercado no país tem sido impulsionado pela emergência da classe C e aumento do poder de compra da população. Mas outro fator importante é a ampliação dos atendimentos nos hospitais.

"O crescimento se dá diante de uma revisão da padronização da utilização dos medicamentos nos hospitais, principalmente os públicos. Agora, os hospitais querem ter um arsenal mais amplo de medicamentos para atender os diferentes problemas dos pacientes. Além disso, há mais leitos nos hospitais", afirma o diretor comercial da divisão hospitalar do Teuto Laboratório, Eduardo Picoli.