quinta-feira, 7 de julho de 2011

LABORATÓRIO ZAMBON LANÇA CAMPANHA DE INVERNO


om a chegada do inverno, o Laboratório Zambon, multinacional italiana referência no setor farmacêutico e há mais de 50 anos no Brasil, lança sua campanha de inverno 2011. A campanha visa orientar os consumidores sobre os cuidados com a saúde respiratória nesta época do ano. A ação sazonal impactará 15 milhões de pessoas e promoverá alguns medicamentos da Linha Respiratória como: Fluimucil, Fluimare e Seki. Para isso, a Enter SSP criou peças publicitárias, que inclui blitz de inverno na cidade de Campos do Jordão (SP), banner no site da editora Abril no portal M de Mulher, vídeos em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, através da Elemídia, e anúncios nas principais revistas femininas e de saúde da Editora Abril (Ana Maria, Máxima, Saúde é Vital! e Claudia).

Outra ferramenta importante da campanha é o hotsite exclusivo, As Dicas do Doutor (www.asdicasdodoutor.com.br). “A nossa proposta é que o consumidor tenha um espaço exclusivo onde ele possa obter mais informações sobre cuidados com a saúde respiratória através de dicas e, também possa esclarecer todas as suas dúvidas sobre congestão nasal, tosse, gripes, resfriados, entre outros problemas respiratórios que atingem adultos, crianças e idosos nesta época do ano”, afirma Cristiane Cordeiro, coordenadora de marketing do Laboratório Zambon.

Já a Blitz de Inverno em Campos do Jordão acontece, sempre aos finais de semana , até o início de agosto. O objetivo é atingir os visitantes da cidade, que nesta época chega a receber mais de 1.5 milhão de turistas. Durante a ação, as pessoas receberão panfletos com dicas sobre cuidados com a saúde respiratória.

A Linha Respiratória do Laboratório Zambon é composta por três medicamentos:

Fluimucil (acetiscisteína): Facilita a eliminação de secreções causadas por doenças no aparelho respiratório. Ele contém acetilcisteína, como princípio ativo que realiza a quebra das moléculas que constituem o catarro em moléculas menores, e é classificado como um mucolítico fluidificante. O produto fluidifica o muco acumulado nos pulmões e nos brônquios, facilitando a expulsão do catarro através da expectoração.

Fluimare (cloreto de sódio): Solução nasal sem conservantes indicado como descongestionante nasal. Age como umidificante da mucosa nasal, fluidificando as secreções, contribuindo na limpeza e no alívio da congestão nasal.

Seki (fendizoato de cloperastna): Antitussígeno com fendizoato de cloperastina como único princípio ativo, indicado para o tratamento da tosse seca e irritativa, o produto possui rápida ação, não causa sedação e pode ser utilizado por crianças e adultos.

Sobre o Zambon do Brasil
Com mais de 200 colaboradores, a unidade brasileira do Zambon, localizada em São Paulo, é a quarta maior do grupo e referência para as demais subsidiárias. As três principais áreas de atuação do laboratório são: saúde feminina, dor e inflamação e respiratória. Em seu portfólio, o Zambon do Brasil possui uma linha de produtos com mais de 30 apresentações, entre eles medicamentos como Fluimucil® (acetilcisteína), Monuril® (fosfomicina trometamol) e Spidufen® (ibuprofeno arginina).

Mais informações:
LCH7 Comunicação Estratégica
Tel. (11) 3097-8795
Vanessa Rodrigues – vanessa.rodrigues@lch7.com.br
Sandra Miyashiro – sandra@lch7.com.br

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Futuro do Genérico é pauta na CPhI


Grandes nomes do mercado farmacêutico discutem as perspectivas para os próximos anos e as principais tendências do setor.

Durante o maior evento de insumos farmacêuticos da América Latina, será realizada a CPhI Conference que trará Dirceu Barbano – presidente da ANVISA, Odnir Finotti – presidente da Pró-Genéricos, Marco Miguel – Diretor de Marketing da EMS, José Abdallah – Presidente da Abrifar, José Correia da Silva – Presidente do Conselho da ABIQUIF e o Ogari de Castro Pacheco – Presidente da Cristália para discutirem as principais estratégias e aplicações da nova geração de medicamentos.

Como nono maior mercado de fármacos e medicamentos do mundo, respaldado pelo genérico, o Brasil é o espaço certo para hospedar um evento como a CPhI, onde assuntos como novas perspectivas para esta indústria, patentes, regulação e registros, a próxima geração de genéricos e pharma sourcing serão abordados, através, sempre de grandes nomes relacionados à esta esfera.

A abertura das conferências será realizada por Dirceu Barbano, Diretor-Presidente da Anvisa. No decorrer do evento outros especialistas compartilharão seus conhecimentos com os participantes. Assuntos como a viabilização da produção terceirizada de ingredientes ativos, as novas tendências no mercado para remédios de Oncologia são pauta do evento. José Correia da Silva, Presidente do Conselho da Associação Brasileira da Indústria Farmoquímica e de Insumo Farmacêutico (ABIQUIFi), falará sobre as melhores estratégias para viabilizar a produção terceirizada de ingredientes ativos a custos e prazos menores, sem perder qualidade.

Líder no mercado farmacêutico a EMS, que vem há mais de 10 anos, reinventando o mercado, também participará da CPhI Conference falando sobre como os fabricantes de genéricos podem ampliar mercados, alíquotas sobre medicamentos e, ainda, estratégias internacionais de sucesso em laboratórios de genéricos que podem ser aproveitadas para incrementar resultados dos laboratórios brasileiros

Ogari de Castro Pacheco, Presidente da Cristália, tratará da importância do marketing no mercado de medicamentos, abordando até mesmo, a utilização de redes sociais nesse segmento. Outra associação de referência que também estará presente é a ABRIFAR, seu presidente, José Abdallah, falará de Pharma Sourcing.

E, com o NextGen, não poderia ser diferente: A Pró-Genéricos na figura de Odnir Finotti, participará falando das melhores oportunidades para o futuro dos genéricos, sua inserção nos mercados nacionais e internacionais.

.[CPhI South America, dias 24, 25 e 26 de agosto de 2011,das 14h às 20h, no Transamerica Expo Center, Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro, São Paulo.| Site: www.cphi-sa.com.br| Credenciamento: www.cphi-sa.com.br/index.php?pgID=cred-visitantes].

UBM Brazil- A UBM é líder global em mídia de negócios. Sediada em Londres e presente em mais de 30 países, a UBM é provedora de negócios para diversos mercados. O grupo, que conta com 6,5 mil funcionários, aproxima compradores e fornecedores em todo o mundo por meio de eventos especializados e de mídias impressas e eletrônicas. No Brasil, iniciou sua operação em 1994, sendo a 1ª multinacional de feiras a entrar no mercado, e conta com uma equipe com mais de 15 anos de experiência no setor.

fonte : Portal Brasil

Europa: Farmacêuticas têm menor índice de novos medicamentos da década


A indústria farmacêutica (IF) reduziu os investimentos globais em investigação e desenvolvimento (I&D) e alcançou em 2010 o menor nível de aprovação de novos medicamentos numa década, informa um estudo do grupo Thomson Reuters, citado pelo portal ISaúde.

No ano passado, os gastos com a descoberta e o desenvolvimento de novas drogas caíram 3% em relação a 2009, totalizando 68 mil milhões de dólares. Em 2008 e 2009, a despesa anual das empresas do sector foi de 70 mil milhões de dólares. A principal razão apontada para o decréscimo é o retorno abaixo do esperado na produtividade das pesquisas.

O documento anual "2011 Pharmaceutical R&D Factbook", divulgado a 27 de Junho, é baseado num levantamento feito com grandes empresas responsáveis por cerca de 80% das despesas mundiais de I&D no sector. O estudo revela que em 2010 a IF obteve a aprovação de apenas 21 novas moléculas, contra 26 autorizadas no ano anterior. As perspectivas para os próximos três anos para os lucros do sector são más, uma vez que mais de 110 patentes de drogas devem expirar no mercado dos EUA no período, o que inclui 14 blockbusters.
Fracassos em testes clínicos

Segundo a Thomson Reuters, há um crescente declínio na taxa de sucesso de medicamentos. Entre 2008 e 2010, 55 pesquisas de novos medicamentos foram encerradas na fase 3 dos testes clínicos, mais de o dobro da taxa de insucesso registada entre 2005 e 2007, quando 26 testes com moléculas inovadoras foram abandonados por baixo nível de segurança ou pouca eficiência. Além disso, o volume de drogas que entraram na fase 3 caiu 55% em 2010. Entre as drogas que avançaram em testes para as fases 1 e 2, houve uma queda de 47% e 53%, respectivamente, no mesmo período. Os resultados demonstram a dificuldade das farmacêuticas em desenvolver moléculas que tenham desempenho superior ao das drogas disponíveis no mercado actualmente.

Em entrevista ao jornal britânico The Telegraph, Hans Poulsen, consultor chefe de Ciências da Vida da Thomson Reuters, fez uma previsão sobre as consequências dessa tendência no sector farmacêutico: "A indústria continua a lutar para ser capaz de avançar com novos medicamentos através do ciclo de desenvolvimento, então, há mais insucessos nas fases 2 e 3. Isso significa que deverá haver um atraso na substituição do lucro da indústria que está sendo perdido para os genéricos".

Mais êxito nos próprios laboratórios

Nos últimos anos, tem sido cada vez mais comum a estratégia adoptada por grandes empresas de procurar companhias de menor porte, principalmente de biotecnologia, para licenciar moléculas ou comprar direitos de novos fármacos como forma de minimizar riscos de insucesso de pesquisas próprias. No entanto, mostra o estudo, essa táctica não se tem revelado efectiva na prática, já que moléculas inovadoras originadas nos laboratórios das grandes farmacêuticas têm 20% mais de probabilidade de chegar ao mercado, após superar a fase 3 e a aprovação dos órgãos de controlo.

"Os altos índices de insucesso continuam a ser uma grande preocupação para a indústria e isso é agravado pela diminuição no número de novas moléculas. A estratégia das gigantes farmacêuticas de licenciar mais drogas de terceiros para desenvolvimento parece não estar a ter sucesso no momento. Um esforço antecipado para se livrar de fracos candidatos a drogas será útil para o desenvolvimento bem-sucedido do processo de colocação das drogas no mercado", afirmou o director de produtos da Thomson Reuters, Phil Miller, em comunicado à imprensa.

Avanço nas drogas contra cancro

Apesar do cenário negativo, a área terapêutica de oncologia foi uma das que mais cresceu no ano passado, respondendo por 26% do investimento total em I&D. O segundo sector que apresentou melhores resultados foi o de medicamentos para doenças do sistema nervoso, de acordo com o documento. O levantamento mostrou também que, em 2010, as grandes farmacêuticas – definidas pelo estudo como aquelas que despendem ao menos 2 mil milhões de dólares por ano em I&D – registaram um recorde de vendas, alcançando a marca de 856 mil milhões de dólares. Desse resultado positivo, entretanto, apenas 5% são originários de vendas de produtos lançados nos últimos cinco anos.

O "Pharmaceutical R&D Factbook" mostra ainda que há um movimento de mudança geográfica dos estudos clínicos dos países da Europa Ocidental e da América do Norte para as economias emergentes – principalmente do sudeste da Ásia –, onde os custos são menores e há mais facilidade para recrutar voluntários. Além disso, as agências reguladoras dos países mais desenvolvidos têm ampliado as suas exigências para autorizar a realização dos testes clínicos, aponta o estudo.

Prati-Donaduzzi recebe amanhã (dia 7) o certificado ODM


Selo de Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, definidos pela ONU, reconhece projetos de responsabilidade social da Prati-Donaduzzi
A Prati-Donaduzzi, indústria de medicamentos localizada em Toledo (PR), recebe amanhã (dia 7) o certificado ODM – Objetivos de Desenvolvimento do Milênio – um selo de reconhecimento de projetos sociais para o combate da pobreza e miséria, de acordo com parâmetros estabelecidos pela ONU (Organização das Nações Unidas). A cerimônia de entrega será realizada no encerramento do 4° Congresso Nós Podemos Paraná, em Curitiba.

A indústria farmacêutica foi contemplada com o selo ODM em três projetos sociais: PID – Projeto de Inclusão Digital & Profissional, que oferece curso de informática para adolescentes entre 14 e 18 anos; o Prati Comunidade, criado para informar e conscientizar mulheres de 18 a 60 anos com temas relacionados à qualidade de vida; e Projeto Gestação Segura, cursos para gestantes com equipe multidisciplinar (médicos, nutricionistas, psicólogos, fonoaudiólogos, enfermeiras, assistentes sociais etc)

“Os projetos estão em andamento desde o ano passado e as ações promovem o desenvolvimento social interno e externo da empresa”, afirma Maria Rita Pozzebon, coordenadora do setor de Responsabilidade Social da Prati-Donaduzzi, que estará na capital paranaense para o recebimento do selo. “Nós nos enquadramos em três dos oito jeitos de mudar o mundo: promover a igualdade entre os sexos e a valorização da mulher; reduzir a mortalidade infantil; e melhorar a saúde da gestante.”

Sobe a Prati-Donaduzzi – Fundada em 1993, a indústria farmacêutica Prati-Donaduzzi, localizada em Toledo (PR) tem como missão prover saúde e bem estar por meio de produtos farmacêuticos de alta qualidade e confiabilidade. Com 2,7 mil colaboradores e 30 mil clientes ativos em todos os estados brasileiros, a empresa é uma das principais com foco em genéricos do Brasil, com 1016 apresentações registradas na Anvisa (Agência Brasileira de Vigilância Sanitária), das quais 785 são medicamentos genéricos.

A tecnologia de ponta empregada na produção dos medicamentos e o cuidado rigoroso com os seus padrões de qualidade e segurança equiparam a Prati-Donaduzzi aos principais laboratórios farmacêuticos do mundo. Além da produção de medicamentos de marca própria, a indústria terceiriza a fabricação de fármacos para multinacionais do setor farmacêutico.

Sobre o 4.º Congresso Nós Podemos Paraná –Apresenta projetos, iniciativas e ações que incentivem a participação voluntária, por meio do trabalho voluntário transformador, para a realização de ações em prol dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).

Os ODMs foram definidos em 2000, durante a reunião de Cúpula da ONU, na qual líderes de 189 países assinaram um pacto para eliminar a fome e extrema miséria até 2015. São metas socioeconômicas que abrangem as áreas de geração de renda, educação, gênero, saúde e meio ambiente.

Biolab contesta irregularidades com relação ao anticoncepcional Norestin


A informação de que o anticoncepcional Norestin apresentava irregularidades é indevida, comentou o laboratório Biolab em nota no último dia 30. Segundo o Biolab, o aspecto do Norestin é de cor rosa e pode ter pontos de coloração mais intensos, previstos no desenvolvimento do produto.

De acordo com a farmacêutica, o produto atende aos parâmetros de qualidade, eficácia e segurança. O laboratório notificou a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) após a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo divulgar que nos últimos quatro anos deixaram de ser distribuídos 1,3 milhão de unidades de anticoncepcionais defeituosos.

O Norestin, produzido pelo Biolab, esteve entre os anticoncepcionais interditados. A análise dos medicamentos foi feita pelo Instituto Adolfo Lutz. No entanto, sobre o Instituto, o laboratório afirmou que os laudos de análise apresentaram resultados satisfatórios quanto ao teor, uniformidade de conteúdo, dissolução, análise de rótulo e peso do medicamento.


Fonte: Estadão.com.br

Eli Lilly pretende investir cerca de US$ 5 bi para fazer frente aos genéricos


A companhia farmacêutica Eli Lilly pretende investir 25% de seu faturamento no período de 2011 a 2014 - algo próximo a US$ 5 bilhões do total - para fazer frente à concorrência com os medicamentos genéricos. Em reunião realizada no último dia 30, a empresa informou que deve desenvolver cerca de 70 novos medicamentos nos próximos três anos. Deste total, a farmacêutica prevê dez novos medicamentos até dezembro próximo.

A farmacêutica estima que conseguirá atingir esse objetivo por estar "próxima" da meta de poupar cerca de US$ 1 bilhão em custos, com o corte de 5.500 postos de trabalho até o fim de 2011. "Com esses esforços combinados, teremos capacidade de absorver as perdas de patentes, financiar novos desenvolvimentos e capitalizar a empresa", afirmou Derica Rice, diretora financeira da companhia.

A empresa prevê uma receita anual de ao menos US$ 20 bilhões, entre 2011 e 2014, período em que devem expirar algumas patentes da empresa, como Zyprexa, Cymbalta e Gemzar. De acordo com o comunicado, a farmacêutica estima que o lucro líquido chegará a US$ 3 bilhões por ano no mesmo período.

A companhia aposta que o Japão, outros mercados emergentes e a área de saúde animal serão responsáveis por adicionar mais de US$ 4 bilhões de receita em 2015. Além disso, aposta nas atuais marcas Alimta, Cialis e outros remédios para diabetes para incrementar sua receita.


Fonte: Valor Econômico

Médicos indianos operam troca de sexo em bebês meninas

Na Índia, é comum os pais preferirem o nascimento de um bebê menino, já que o homem tem mais liberdade e oportunidades naquela sociedade. Boa parte das mães chega a abortar se descobrem que a criança será menina. Mas um novo procedimento torna a questão ainda mais complexa: alguns pais estão tentando a cirurgia de mudança de sexo depois do nascimento.
A denúncia partiu de um jornal indiano, Hindustan Times. Segundo apuraram os jornalistas, centenas de médicos estão alterando cirurgicamente o sexo de filhas de casais que preferem um rapaz. O termo técnico para esse procedimento é genitoplastia.
Os números assustam: algo entre 200 e 300 meninas indianas, de até cinco anos de idade, teriam sido submetidas à genitoplastia na cidade de Indore, com cerca de um milhão e meio de habitantes. O preço da operação é em conta: 3.200 dólares (o equivalente atual a cerca de 5 mil reais). Esse valor dá direito, além da cirurgia, a um tratamento hormonal posterior que completa a função de transformar a menina em um garoto. Graças ao baixo custo, pais de outras regiões da Índia estariam procurando as clínicas de Indore.
A genitoplastia é um procedimento tolerado no mundo, mas apenas em casos de hermafroditismo. Quando a criança nasce com ambas as genitálias, ou sua definição biológica não corresponde à genitália com que nasceu, os pais escolhem um dos sexos logo após o nascimento. E este é o argumento dos doutores da clínica Indore (sete médicos, no total), que afirmam jamais ter operado uma menina com características sexuais bem definidas. Mas o jornal garante que meninas saudáveis passaram pelo procedimento. Com esse impasse, o governo do Estado de Madhya Pradesh (onde fica Indore) abriu uma investigação.
Os médicos que o jornal chamou para condenarem a atitude são enfáticos: a genitoplastia quase nunca é necessária, pois o hermafroditismo é um fenômeno muito raro. Por isso, seria difícil concordar que há 300 casos como esse em uma cidade de 1,5 milhões de pessoas. O risco dessa operação, segundo os médicos, é tornar a criança estéril ou causar outras disfunções sexuais.
Existem na Índia comissões que lutam contra o aborto de bebês femininos, e que agora se pronunciam sobre essa novidade. Segundo eles, há culpa tanto nos pais, que tomam a decisão, quanto nos médicos, que fazem a operação clandestina para aumentar seus lucros, e ainda na sociedade, que coloca automaticamente a mulher em posição de menos oportunidades na Índia. [Jezebel]