segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

NS ANUNCIA RESULTADOS DE 2010 E METAS PARA O PRÓXIMO ANO

Mudanças climáticas impulsionam negócios da empresa





As constantes mudanças climáticas ocorridas em 2010 e, em especial a queda nos níveis de umidade do ar, impulsionaram os negócios da NS Indústria de Aparelhos Médicos durante o período. Com isso o crescimento registrado no faturamento anual da companhia bateu a casa dos 10%. Para 2011 a expectativa é atingir 15%.



Fundada há mais de 40 anos, a companhia é líder nacional no segmento de inaladores para uso doméstico e, pouco a pouco, também está se consolidando como referência no mercado de umidificadores de ar.



Indicados para umidificar o ar nos ambientes fechados, os aparelhos contam com tecnologia ultrassônica que produz uma névoa fina, homogênea e inodora que ajuda a amenizar e prevenir os sintomas causados pelo clima seco, poluição e climatização por ar condicionado.



Segundo os especialistas, quando o nível de umidade no ar é inferior a 40% (mínimo recomendável para o corpo humano), há ressecamento das mucosas nas vias áreas. Tal quadro é propício para a redução de anticorpos, deixando o organismo predisposto às infecções e doenças respiratórias.



“Apostamos no segmento com a ampliação da linha de umidificadores”, diz o gerente comercial da NS, Maurício Parizi. O executivo refere-se aos lançamentos dos modelos Humid Air Petit (umidificador de tamanho compacto cujos destaques são as funções umidificação e aromatização de ambientes. Além disso, o modelo conta ainda com luz que estimula o efeito visual.



Composta ainda pelos modelos Humid Air, Humid Air Master, Humid Air Plus e o Humid Air Essence a linha de umidificadores NS dispõe de design diferenciado, o que permite a integração harmoniosa com a decoração tanto no ambiente doméstico quanto no corporativo. “Cada vez mais a tecnologia atua a serviço da saúde e bem-estar, já que em único aparelho é possível contar com funções múltiplas”, diz o executivo, que complementa ainda: “Tais atributos estimularam o consumo dos produtos, aquecendo os negócios da empresa”.



A companhia também incorporou ao mix de eletroportáteis funcionais o modelo Aroma Difusor, cujo principal atributo é estimular os sentidos e proporcionar uma agradável sensação durante a permanência em diversos ambientes fechados.



Ampliação de portfólio



Para 2011 a meta é dar continuidade à ampliação do porfólio. “Estamos em constante pesquisa para o desenvolvimento de novas soluções”, revela Parizi. “Além disso, centraremos esforços no intuito de melhorar, cada vez mais, o portfólio de produtos para oferecer soluções alinhadas às necessidades específicas dos consumidores.



O executivo refere-se à linha de higienizadores de escova dental Steriline, o medidor de pressão e uma nova geração de ionizadores: Íons Plus Pro e Standard. Outro fator relevante para os negócios da NS é distribuição dos produtos. “Nossos aparelhos estão presentes em todo o Brasil e podem ser facilmente encontrados em farmácias, casas especializadas, magazines e hipermercados, o que contribui para elevar os índices de consumo”, arremata Parizi.



Sobre a NS

Fundada em 1969, a NS Indústria de Aparelhos Médicos www.nsam.com.br é responsável pela introdução no país do primeiro inalador de uso doméstico portátil acionado por compressor e dos inaladores ultrassônicos portáteis, utilizados em terapia intensiva. Focada no desenvolvimento de produtos para respiração, a NS detém cerca de 85% de mercado. Atualmente a companhia dispõe de um mix de produtos composto por inaladores a ar comprimido e ultrassônicos; vaporizadores; umidificadores e purificadores de ambientes; centrais de inalação; aspiradores cirúrgicos e acessórios para inalação.



Carla Pinho
C+C Comunicação

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Anvisa aprova único anti-hipertensivo da classe que protege o coração por 24 horas


Micardis (telmisartana), da Boehringer Ingelheim, é o primeiro e único medicamento de sua classe terapêutica a receber o aval de agências regulatórias internacionais e brasileira nessa indicação.

Proteção cardiovascular: essa é a nova indicação para o anti-hipertensivo Micardis, que proporciona redução efetiva da pressão arterial por 24 horas, com o maior tempo de ação da classe, indicado para a prevenção de mortalidade e lesões que acometem o coração e os vasos sanguíneos. O medicamento retarda a evolução da doença cardiovascular, pois além de manter a pressão arterial em níveis normais, adia danos aos órgãos-alvo da hipertensão, aumentando a sobrevida do paciente.

O medicamento recebeu a aprovação das agências regulatórias de diversos países – além da Anvisa, no Brasil, da Food and Drug Administration (FDA), nos Estados Unidos, e da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) – tornando-se o pioneiro da classe dos bloqueadores do receptor da angiotensina (BRA) a prevenir a mortalidade e a lesão cardiovascular em pacientes hipertensos. “A aprovação pelas mais importantes agências regulatórias do mundo atesta a eficácia do medicamento, trazendo mais confiança a médicos e pacientes”, explica o presidente do departamento de Hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Marcus Bolívar Malachias.

Estudos clínicos têm demonstrado que proteger as pessoas dos riscos associados à hipertensão é tão importante quanto garantir o controle efetivo da pressão arterial. Dar atenção apenas à pressão pode não ser suficiente e, por isso, outros parâmetros devem ser considerados no paciente hipertenso com fatores de risco cardiovasculares adicionais. No grupo de pacientes que podem ser beneficiados pela nova indicação de Micardis (telmisartana), único medicamento de sua classe aprovado para a proteção cardiovascular, estão, por exemplo, hipertensos com diabetes, pacientes com doença coronária e com história familiar de infarto e derrame.

A aprovação de Micardis é amparada nos resultados de um amplo programa de estudos clínicos, que demonstrou a capacidade do medicamento de reduzir em 13% o risco de infarto, derrame e morte por causas cardiovasculares. Uma dose de 80mg de telmisartana inibiu quase completamente os aumentos de pressão arterial induzidos pela angiotensina II. Este efeito inibidor mantém-se durante 24 horas e pode ser detectado após 48 horas.

Após a administração da primeira dose de telmisartana, o início da atividade anti-hipertensiva ocorre gradualmente nas três primeiras horas. A redução máxima da pressão arterial é normalmente obtida 4 semanas após o início da terapêutica, mantendo-se durante o tratamento a longo prazo. O efeito anti-hipertensivo permanece constante durante 24 horas após a administração, incluindo as últimas 4 horas antes da próxima dose, como foi demonstrado por medições ambulatoriais de pressão arterial.


Fontes: Fator Brasil e Boehringer Ingelheim

Biolab e União Química entram em disputa por marca de polivitamínico


Os laboratórios farmacêuticos Biolab e União Química, controlados pela família Castro Marques, estão em lados opostos em uma disputa que envolve a marca do medicamento polivitamínico Revitam Júnior.

A Biolab ganhou recurso no qual determina que a União Química retire do mercado o Revita Jr., com as mesmas especificações do Revitam Júnior. A Biolab argumenta que a fabricação desse remédio "configura-se como uma imitação da marca 'Revitam Júnior', sendo que o produto da União Química limitou-se a suprimir a letra 'M' do final do nome 'Revitam', na abreviação do 'Júnior' para 'Jr.', mantendo, contudo, a fonética e o visual do nome original."

Além disso, ambas as companhias apresentam na embalagem dos respectivos produtos fundo branco, as marcas nominativas são grafadas com estilização quase idêntica (infantil e multicolorida), apostas na mesma posição superior central e são decoradas ao centro com inspiração de aquarela ou arco-íris na mesma combinação de cores (azul, verde, vermelho, amarelo e laranja).

O medicamento fabricado pela União Química é comercializado a preço 25% inferior que o da Biolab, o que causa prejuízo ao produto original.

A Biolab foi fundada há 13 anos, mas a família Castro Marques atua desde os anos 70 na área farmacêutica, por meio da União Química (ex-laboratório Prata), administrada pelo pai dos empresários Cleiton, Paulo e Fernando de Castro Marques. A gestão das companhias era feita pelos três irmãos, mas após um período de turbulência familiar, as empresas, que dividiam a mesma sede na capital paulista, foram separadas. A Biolab ocupa um prédio na capital paulista, sob o comando de Cleiton e Paulo, e Fernando está à frente da União Química. Os três mantêm participações societárias cruzadas nas duas companhias.

Em 24 de novembro passado, a União Química foi notificada pela Biolab para que não usasse a marca "ReVita Jr.", providenciando a retirada do mercado de seu produto para a substituição das embalagens e desistir formalmente do pedido de registro nº 90212910 junto ao Inpi. Como a União Química não se manifestou, a Biolab ajuizou uma ação ordinária na Justiça, cujo pedido de tutela antecipada foi acolhido pela 39ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo.


Fonte: Valor Econômico

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Novartis completa compra da Alcon com acionistas minoritários


A empresa farmacêutica suíça Novartis alcançou um acordo com acionistas minoritários da Alcon para completar a compra de US$ 51 bilhões da empresa de produtos oftalmológicos, o maior acerto desta natureza na história corporativa suíça.
A Novartis disse que o custo de adquirir a fatia minoritária remanescente na Alcon de 23% é de US$ 12,9 bilhões, ou cerca de US$ 1 bilhão a mais do que tinha oferecido inicialmente.

Analistas do Zuercher Kantonalbank disseram que o acordo afasta incertezas que o mercado poderia ter com relação à Novartis e vai ajudar a companhia a aproveitar melhor o amplo portfolio da Alcon em medicamentos oftalmológicos, soluções de lentes de contato e produtos cirúrgicos oftalmológicos.

A Novartis vai pagar aos acionistas minoritários da Alcon o equivalente a US$ 168 por ação, um aumento de 9% em relação à primeira oferta, de US$ 154 o papel. Os acionistas minoritários da Alcon tinham rejeitado a proposta anterior da Novartis e ameaçavam com uma ação jurídica alegando que eles receberiam menos por ação do que o principal acionista da Alcon - a Nestlé.

A farmacêutica suíça notou que a combinação da Alcon com sua divisão de cuidados oftalmológicos vai produzir economia de custo anual de US$ 300 milhões. "Com este passo, a Novartis assume o controle, tornando-se a líder global em cuidados com os olhos", sustentou em nota o presidente da Novartis, Daniel Vasella. A nova divisão de cuidados oftalmológicos vai incorporar a CIBA Vision da Novartis.


Fonte: Valor Econômico

Hypermarcas compra o laboratório Mantecorp por R$ 2,5 bi


A Hypermarcas fechou, em dezembro, a compra do laboratório Mantecorp, fabricante do antigripal Coristina e do antialérgico Polaramine. O negócio, que atinge R$ 2,5 bilhões, mudará a liderança do mercado farmacêutico no país.

O laboratório Aché, que também estava na disputa, perde agora o posto de maior empresa do setor para a Hypermarcas. A Hypermarcas pagará parte em dinheiro e o restante em ações. Na disputa, a empresa saiu na frente por dispor de mais dinheiro do que os concorrentes.

O interesse da Hypermarcas em comprar o Mantecorp supera um ano. O processo de venda levou seis meses. Além do Aché, o Mantecorp também teria sido disputado pela GSK (GlaxoSmithKline) e pela MSD (Merck Sharp).

A Mantecorp é a sexta aquisição da Hypermarcas neste ano, que investiu R$ 836,2 milhões na compra de Mabesa, Spek, York, Faciliti Odontológica e Perfumaria e Luper Indústria. O último negócio da Hypermarcas foi em novembro, quando a empresa adquiriu a marca de sabonetes infantis Pom Pom, por R$ 85 milhões, da Colgate.

A operação foi assessorada pela Inspire, do lado do Mantecorp. Pela Hypermarcas, trabalharam o Crédit Suisse e o BR Partners. No setor farmacêutico, a Hypermarcas já era dona da DM (de medicamentos de prateleira, como Doril, Engov, Gelol) e da Farmasa (de prescrição, como Rinosoro e Lisador).


Fonte: Folha de S. Paulo

Cristália faz parceria para chegar à Europa e aos EUA


O laboratório Cristália está próximo de iniciar uma parceria com a subsidiária de uma empresa farmoquímica italiana para ampliar suas exportações e ingressar em grandes mercados, como Estados Unidos e países da Europa. Trata-se de um sonho antigo, materializado coma inauguração da unidade da empresa em Itapira, interior de São Paulo, no início do ano.“Agora, com a associação, a entrada nestes mercados será mais fácil”, afirma o médico Ogari Pacheco, presidente da Cristália. Parte do plano de crescimento da empresa visa a expansão para o mercado internacional. Além de cobrir todo o território brasileiro, principalmente para o fornecimento a hospitais, o Cristália exporta para cerca de 40 países da América Latina, Oriente Médio, Ásia e África.


O objetivo é aumentar ainda mais esse volume em um prazo de três anos. O laboratório já atende os requisitos da Food and Drug Administration (FDA), órgão americano de vigilância sanitária, e da European Medicines Agency (Emea), instituição reguladora similar europeia.

Parcerias

Pacheco não revelou o nome da empresa italiana à qual pretende associar-se e que, segundo ele, já exporta para os Estados Unidos. O acordo visa a produção de insumos e matérias-primas. O Cristália é conhecido por suas atividades de pesquisa, desenvolvimento de princípios ativos de medicamentos e produção de moléculas, que podem ser usadas em medicamentos próprios ou exportadas. Com faturamento de R$ 600 milhões por ano, o laboratório produz hoje 180 medicamentos, grande parte destinado a hospitais, principalmente na linha de anestésicos e adjuvantes para anestesia, tendo se tornado uma grande fabricante destes produtos na América Latina.



Seguindo a política de trabalhar em parceria com outros laboratórios, o Cristália anunciou recentemente que pretende fechar, no início de 2011, uma joint-venture com a Eurofarma, para a criação de uma terceira empresa voltada para a produção de medicamentos que precisam de prescrição médica. O objetivo da nova empresa será comercializar os produtos tanto da Cristália como da Eurofarma, além daqueles na linha de lançamento dos dois laboratórios. Outros acordos deverão se concretizar no ano que vem. Em 2011, o laboratório deve ampliar a linha de cuidados dermatológicos e colocar no mercado brasileiro os produtos do Uriage, um dos mais conceituados centros dedicados à pele da França. Inicialmente serão disponibilizados 34 produtos, indicados para rejuvenescimento, proteção solar, hidratação, tratamen- to de rosácea e da pele oleosa. O Cristália anunciou também outra parceria, com a suíça Actelion, para promover no Brasil um medicamento pesquisado pelo laboratório nacional para o combate de hipertensão pulmonar. O remédio mantém o mesmo princípio ativo do Helleva, concorrente do Viagra (da americana Pfizer), para combater a disfunção erétil.

Biolab resiste a assédio e investirá em novos medicamentos em 2011


Em um ano marcado por movimento de consolidação, no qual farmacêuticas estrangeiras e nacionais disputaram palmo a palmo laboratórios interessados em se desfazer de seu controle, a brasileira Biolabescapou ilesa e garante que não pretende mudar de mãos. Pelo menos é o que afirma Cleiton de Castro Marques, presidente da companhia. Sem vocação para genéricos - segmento de medicamentos que virou o "queridinho" entre as multinacionais e grandes grupos nacionais - a farmacêutica brasileira está apostando em pesquisas próprias para expandir seu portfólio no país.

Aos 53 anos, Cleiton de Castro Marques, formado em economia, ainda não tem planos para se aposentar, mas diz que a família, controladora da companhia, já prepara seus sucessores. "Temos um programa de sucessão para o longo prazo", afirma o empresário.

A meta para 2011 é crescer organicamente, seja por meio de parcerias para o desenvolvimento de novos medicamentos ou com pesquisas próprias para consolidar os produtos da Biolab no mercado. Segundo Marques, a farmacêutica quer expandir seus negócios por meio de lançamentos de produtos. Em 2011 serão 12 - dois sob licença e 10 deles frutos de desenvolvimento próprio. A primeira molécula da companhia - um antimicótico com atuação antibacteriana - deverá ser apresentada em 2012. "Temos 32 moléculas em pesquisa", diz.

Com faturamento estimado em R$ 615 milhões ao longo de 2010, a perspectiva é de que a receita alcance R$ 700 milhões no próximo ano, um crescimento projetado de 15%. A empresa, com duas fábricas na Grande São Paulo - Taboão da Serra e Jandira -, além de um centro de pesquisa e desenvolvimento (P&D) em Itapecerica da Serra (SP), tem resistido ao constante assédio de grandes companhias, incluindo multinacionais, interessadas em ampliar ou mesmo fazer sua estreia no mercado brasileiro.

O foco da farmacêutica são medicamentos sob prescrição médica nas especialidades de cardiologia, que responde por 60% do total, ginecologia e dermatologia, sobretudo. A empresa está fazendo também suas apostas em dermocosméticos e nos segmentos de ortopedia e reumatologia, com medicamentos anti-inflamatórios.

"Nosso foco é em inovação. Não temos interesse em disputar o mercado de genéricos", diz Marques. A companhia investe cerca de 7% de seu faturamento anual em P&D. Neste ano, a companhia formou uma joint venture com a alemã Merzpara atuar na área estética no Brasil. O principal produto desenvolvido pelas duas empresas será o Xeonim, toxina botulínica, para concorrer com o Botox, da americana Allergane o Dysport, da francesa Ipsen. Outras parcerias com empresas estrangeiras foram firmadas nos últimos anos para o desenvolvimento e comercialização de medicamentos.

A Biolab foi fundada há 13 anos. Mas a família Castro Marques atua desde os anos 70 na área farmacêutica, por meio da União Química (ex-laboratório Prata), administrada pelo pai do empresário. A gestão da Biolab tornou-se única em 2008. Até então, a empresa tinha uma administração compartilhada com a União Química, hoje comandada pelo irmão de Cleiton, Fernando de Castro Marques. A gestão das duas companhias era feita pelos irmãos Cleiton, Paulo e Fernando, mas após um período de turbulência familiar, as empresas, que dividiam a mesma sede na capital paulista, foram separadas. Atualmente a Biolab ocupa um prédio na Vila Olímpia, em São Paulo, sob o comando de Cleiton e Paulo, e Fernando está à frente da União Química. Os três mantêm participações societárias cruzadas nas companhias.

Segundo Marques, a empresa tem projeto de ir para bolsa, mas não há nenhum planejamento nesse sentido no curto ou médio prazo. Ele acredita que o movimento de consolidação no setor será intenso. "Mas nós temos interesse em estar no negócio."