segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Laboratório Eurofarma lança genérico do analgésico Tylex


A Eurofarma, indústria farmacêutica brasileira, acaba de lançar o genérico de um dos mais avançados tratamentos para dores moderadas a intensas: o Tylex, comercializado pela Janssen-Cilag. Segundo dados da OMS (Organização Mundial de Saúde), 1/3 da população mundial sofre de dores crônicas ou intensas.

O Tylex possui duas apresentações: caixa com 12 comprimidos/7,5 mg e caixa com 12 comprimidos/30 mg. A Eurofarma disponibilizará a versão genérica da apresentação de 500mg + 30mg com 12 comprimidos, que chegará às farmácias com valor 35% menor, comparado ao medicamento de referência.

A farmacêutica nacional informa que o medicamento está disponível em todo o país e já prevê números de participação de mercado. “Nossa expectativa é que o medicamento detenha 15% do mercado, logo no primeiro ano”, afirma Carolina Reginato. “Além disso, estamos oferecendo um tratamento de qualidade, com menor custo para o consumidor”, lembra Tatiana Saldanha, gerente do produto.


Fonte: Portal Snif

Anvisa faz acordo com FDA para agilizar o registro de medicamentos


A Anvisa e a agência americana FDA (Food and Drug Administration) firmaram, na última quarta-feira (24), em Washington, um acordo para agilizar o registro de medicamentos e acelerar a avaliação sobre a retirada de produtos do mercado.

O acordo é a primeira etapa para o reconhecimento mútuo entre as duas agências e envolve três áreas distintas: registro de medicamentos, equipamentos e produtos médicos, inspeções e vigilância pós-mercado.

A medida vai permitir a troca de todas as informações sobre registro de medicamentos entre as duas agências, o que facilitará a liberação de venda do produto e evitará que a análise da documentação das empresas seja feita duas vezes.

Outra novidade é que Anvisa e FDA passam a reconhecer as inspeções realizadas pela sua correspondente no país estrangeiro.

Segundo o ministro da Saúde José Gomes Temporão, o acordo é um reconhecimento do trabalho que é desenvolvido pela Anvisa e terá um impacto brutal na agilidade e segurança dos processos.

Fonte: Folha on line

Conselho da Drogasil aprova venda de ações em tesouraria


A Drogasil informou hoje (27/9) que foi aprovada a alienação de até 3.106.102 de ações ordinárias de emissão da companhia mantidas em tesouraria, cabendo à diretoria definir a oportunidade e a quantidade de ações a serem efetivamente alienadas.

De acordo com a empresa, a operação autorizada deverá ser efetivada no prazo de até 365 dias, a contar da presente data, a preços de mercado, com a intermediação da BTG Pactual Corretora de Títulos e Valores Mobiliários.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Mantecorp lança analgésico e antitérmico à base de paracetamol com a marca Pratium


O mercado de antitérmicos e analgésicos faturou R$ 1,35 bilhões no Brasil, segundo dados da consultoria IMS Health. Com o Pratium, a brasileira Mantecorp passa a contar em seu portfólio com um medicamento à base de paracetamol, substância responsável por um terço das prescrições para o tratamento de sintomas como febres e dores e que representa cerca de um quarto das vendas neste segmento de negócios.

Anvisa decidirá nesta segunda ( 27 ) sobre futuro do Avandia no mercado.


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidirá em reunião na próxima segunda-feira, 27, sobre a manutenção no mercado do medicamento contra diabete tipo 2 Avandia, após a resolução final da agência americana Food and Drug Administration (FDA), que autorizou a permanência do produto nas farmácias desde que informe em novas etiquetas os possíveis riscos de ataques cardíacos.



A Anvisa informa que está em fase de conclusão da análise e que sua diretoria colegiada, formada por quatro diretores, fará uma votação sobre o tema na segunda-feira. Segundo a assessoria da agência, a decisão da FDA e a retirada do remédio na União Europeia não serão determinantes na avaliação, mas certamente devem pesar.


Entre as possibilidades a ser adotadas, estão desde alertas nos medicamentos até a retirada de lotes. "Estamos adotando um procedimento bastante criterioso para não colocar a população em risco", afirma a assessoria.


A Anvisa acompanha de perto essa discussão desde 2007 e já determinou alteração da bula do remédio no Brasil para alertar que pacientes cardíacos são contraindicados a usá-lo. Além disso, médicos foram orientados a informar os pacientes diabéticos sobre os possíveis riscos do medicamento de tarja vermelha.


O assunto também foi discutido pela Câmara Técnica de Medicamentos (Cateme), conselho que reúne pesquisadores, universidades, farmacêuticos e químicos, entre outros profissionais.


Fonte: Estadão

Justiça mantém venda de produtosde conveniência nas farmácias


Os produtos de conveniência, como água, refrigerante, biscoitos, barras de cereal, filmes fotográficos, entre outros, e a prestação de serviços (pintura de cabelo, maquiagem, e pagamento de contas) podem continuar a ser vendidos normalmente nas farmácias e drogarias de todo o país.

A decisão unânime da Corte Especial, o órgão máximo do Superior Tribunal de Justiça (STJ), é de 29 de junho, mas só foi publicada nesta semana. O STJ julgou liminar impetrada pela Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias), que representa as maiores empresas de setor, e manteve os entendimentos anteriores do então vice-presidente do órgão, ministro Ari Pargendler, e da 5ª Vara Federal de Brasília. Ainda cabe recurso.

No entanto, pelo menos momentaneamente, o STJ põe fim a uma verdadeira guerra judicial entre os estabelecimentos do setor e o órgão regulador, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Disputa iniciada em agosto de 2009, quando a Anvisa publicou a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 44/2009 e as Instruções Normativas 9 e 10, instituindo novas regras para o comércio de medicamentos no Brasil.

Desde então, leis estaduais, como a 18.679, sancionada em Minas Gerais no final do ano passado, e liminares conquistadas pelos farmacêuticos vinham permitindo a venda dos não medicamentos nas farmácias.

A decisão do STJ pacifica o assunto, confirmando que as farmácias não precisam seguir a lista de produtos publicada pela Agência, que restringia as atividades dos estabelecimentos em todo o país apenas ao segmento de saúde. Conforme o acórdão, o órgão reconhece que a discussão se dá no campo da legalidade ou não das medidas da Anvisa e cita a legislação vigente em diversos Estados, que deve ser respeitada.

Remédio sem receita continua atrás do balcão

A Justiça, no entanto, preserva o parecer anterior e a determinação da Anvisa, na mesma portaria, de que os medicamentos isentos de receita médica para comercialização têm que ficar atrás do balcão, fora do alcance do consumidor. É o caso de sprays nasais, analgésicos, antitérmicos, entre outros.

Conforme o parecer judicial para justificar a decisão, não há medicamento sem efeitos colaterais, e alguns podem ser graves. “A automedicação, por isso, é perigosa”, especifica a argumentação dos membros do STJ.

Para o presidente da Abrafarma, Sérgio Mena Barreto, o resultado do julgamento é uma vitória do consumidor.

- Ele poderá ter uma farmácia realmente adequada às suas necessidades, assim como acontece nos Estados Unidos e em países da Europa.

Os comerciantes também se livram de um prejuízo estimado em cerca de 25% de seu faturamento, que é o ganho estimado pelo setor para a venda de não remédios nas farmácias e drogarias. A Anvisa ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Fonte: R7

Anvisa vai notificar laboratório MSD por ter tirado anticoncepcional Nuvaring do mercado


A Anvisa vai notificar o laboratório MSD por ter tirado do mercado o medicamento Nuvaring, anticoncepcional em formato de anel vaginal.

Segundo a agência, a empresa cometeu uma infração sanitária por não ter informado sobre o problema que causou a interrupção da produção.

De acordo com o laboratório, no fim de agosto, o controle de qualidade da empresa encontrou um erro na bula e decidiu suspender alguns lotes para fazer a correção.

"Foi uma decisão que levou em conta a segurança do paciente. Era um erro de informação que poderia confundir as pessoas. Não tem nenhuma relação com a segurança do medicamento", diz o diretor de comunicação corporativa e assuntos governamentais da MSD, João Sanches.

A bula errada indicaria uma dosagem maior do que a real.

"Pensamos que os estoques das farmácias aguentariam até que novas bulas fossem feitas", acrescenta. Os lotes corrigidos devem chegar no mercado na primeira quinzena de outubro.
Para a Anvisa, esse tipo de decisão não pode ser tomada pela empresa. A agência deveria ter sido comunicada para avaliar o caso e decidir o que fazer.

O laboratório deve ser notificado ainda hoje (quinta-feira) e está sujeito a sofrer penalidade.

Fonte: Folha on line