Mostrando postagens com marcador Merck. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Merck. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Resultados da Merck abrandam no segundo trimestre com custos


A alemã Merck (conhecida como Merck KGaA) registou perdas líquidas de 85,9 milhões de euros no segundo trimestre, face ao lucro líquido de 183,4 milhões registado no período homólogo de 2010, avança o jornal económico OJE.

Os custos operacionais da empresa farmacêutica e química alemã mais do que duplicaram, pressionados pela integração da americana Millipore (fornecedora de equipamento biotecnológico).

A Merck justificou ainda a subida com imparidades com a sobrecapacidade numa fábrica na Suíça e pela provisão para os restantes custos no desenvolvimento da cladribina.


Fonte: rcmpharma

terça-feira, 7 de junho de 2011

MERCK: Cetuximabe aumentou a sobrevida global em 5,1 meses em pacientes com Câncer Colorretal Metastático com doença extra hepática


Dados de uma análise post-hoc demonstram que o Cetuximabe oferece significativo benefício de sobrevida global no tratamento paliativo de pacientes com tumores gene KRAS selvagem com doença não limitada ao fígado. Os resultados também reforçam que o Cetuximabe aumenta as taxas de ressecção completa em pacientes com tumores gene KRAS selvagem, o que pode oferecer possibilidade de cura.

Chicago, EUA/Darmstadt, Alemanha - Em alinhamento com o tema do Encontro Anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) deste ano, "Pacientes, Caminhos, Progresso", a Merck Serono, uma divisão da Merck KGaA, Darmstadt, Alemanha, anunciou hoje a apresentação de uma análise retrospectiva do estudo CRYSTAL demonstrando que o Cetuximabe melhora significativamente os resultados dos pacientes com Câncer Colorretal Metastático (CCRm) com tumores gene KRAS selvagem, mesmo nos casos de doença não limitada ao fígado1.

Esta análise examinou os benefícios do Cetuximabe no tratamento de primeira linha em combinação com a quimioterapia padrão (FOLFIRI) em pacientes com tumores gene KRAS selvagem, dependendo do local metastático. Os resultados mostraram que os pacientes com doença não limitada ao fígado (non-LLD) tratados com Cetuximabe e FOLFIRI apresentaram um aumento significativo na sobrevida global em mais de cinco meses, em comparação aos pacientes tratados somente com a quimioterapia (22,5 vs 17,4 meses, p=0,013). Considerando que a maioria dos pacientes de CCRm se enquadram nessa categoria mais avançada (cerca de 70% dos pacientes com doença não limitada ao fígado - non-LLD), esses resultados fornecem um forte apoio para a importância da terapia combinada com Cetuximabe em ajudar os médicos a atingir o objetivo-chave do tratamento para pacientes de CCRm com gene KRAS tipo selvagem.

Além disso, a nova análise examinou o impacto da terapia combinada com Cetuximabe na possibilidade dos pacientes com doença limitada ao fígado (LLD) em se submeter à cirurgia potencialmente curativa (ressecção completa ou seja: R0). A maior taxa de R0 foi observada em pacientes com LLD tratados com Cetuximabe mais FOLFIRI, que demonstrou um aumento de 2,58 vezes na chance de R0 versus quimioterapia isolada (13,2% vs. 5,6%, razão de probabilidade 2,58, p=0,125). Esses resultados confirmam descobertas anteriores sobre o CRYSTAL e outros estudos importantes do Cetuximabe3, em que as taxas de resposta significativas e o consequente aumento das taxas de R0 foram vistos em toda a população de pacientes com tumores gene KRAS selvagem tratados com Cetuximabe mais a quimioterapia padrão.

"Para a maioria dos pacientes com câncer avançado, a chance de viver mais tempo, ou até mesmo ser curado, são os mais importantes benefícios que um tratamento pode oferecer", disse o professor Claus Henning Kohne, autor da publicação da ASCO, Klinikum Oldenburg, Alemanha. "Essas novas descobertas do CRYSTAL são, portanto, importantes tanto para pacientes de LLD quanto para pacientes de non-LLD, pois temos um forte sinal de que ambos os grupos se beneficiam da terapia combinada com Cetuximabe".

Essas descobertas apontam para a crescente importância do Cetuximabe no tratamento do CCRm e para o valor do tratamento personalizado contra o câncer. "No tratamento paliativo de pacientes onde o tumor se estendeu para além do fígado, a sobrevida prolongada é essencial", disse o Dr. Wolfgang Wein, vice-presidente executivo, Oncologia da Merck Serono.

A CRYSTAL: Cetuximabe Combinado com Irinotecano em Terapia de Primeira Linha para Câncer Colorretal Metastático (CCRm)

.[ Referências:1 Köhne C-H, et al. ASCO Annual Meeting 2011; Resumo Nº: 3576. |2 Dados no arquivo. |3 Folprecht G, et al. Lancet Oncol 2010;11:38-47].

Perfil-Cetuximabe é um medicamento de primeira linha e altamente ativo anticorpo monoclonal IgG1 voltado para o receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR). Como anticorpo monoclonal, o modo de ação do cetuximabe difere de tratamentos com quimioterapia padrão não-seletiva já que, especificamente, tem por alvo e se liga ao EGFR. Esta ligação inibe a ativação do receptor e a subsequente via de transmissão de sinal, que resulta na redução tanto da invasão de tecidos normais pelas células tumorais quanto da disseminação de tumores a novos sítios. Acredita-se também que iniba a capacidade das células tumorais de reparação ao dano causado pela quimioterapia e pela radioterapia ao inibir a formação de novos vasos sanguíneos dentro dos tumores, o que parece levar a uma supressão geral do crescimento do tumor.

O efeito colateral mais descrito do cetuximabe é uma erupção cutânea do tipo acne que parece estar correlacionada com uma boa resposta à terapia. Em aproximadamente 5% dos pacientes, podem ocorrer reações e hipersensibilidade durante o tratamento com cetuximabe, sendo consideradas graves cerca de metade de tais reações.

O Cetuximabe já obteve autorização de comercialização em 87 países. Foi aprovado para tratamento do câncer colorretal em 87 países e para tratamento do carcinoma de células escamosas de cabeça e pescoço (SCCHN) em 84 países: . Dezembro de 2003 (Suíça), fevereiro de 2004 (EUA), Junho de 2004 (UE) seguidos por outros países: para uso associado com irinotecano em pacientes com CCRm (câncer colorretal metastático) com expressão do EGFR nos quais a terapia anterior com irinotecano foi ineficaz. Ademais, o cetuximabe é também aprovado para uso com agente único em outros países.

.Março de 2006 (UE) seguida de outros países: para uso associado à radioterapia para tratamento do carcinoma de células escamosas de cabeça e pescoço (SCCHN). Em outros países, o cetuximabe é também aprovado como monoterapia em pacientes com SCCHN recorrente e /ou metastático que não responderam à quimioterapia anterior.

.Julho de 2008 (UE): a licença foi atualizada para tratamento de pacientes com expressão do receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR), CCRm com gene KRAS do tipo selvagem, associado à quimioterapia e como agente único em pacientes que não responderam à terapia à base de oxaliplatina e irinotecano que sejam intolerantes ao irinotecano.

. Julho de 2008 (Japão): para uso em associação com irinotecano em pacientes com CCRm e expressão do EGFR que não responderam à quimioterapia anterior com irinotecano.

. Em novembro de 2008 (UE): a licença foi atualizada para uso em associação com quimioterapia à base de platina em pacientes com SCCHN recorrente e /ou metastático

. Março de 2010 (Japão): rótulo ampliado para uso em associação com quimioterapia no tratamento de primeira linha de pacientes com expressão do receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR), irressecáveis (não-operáveis), câncer colorretal em estágio avançado ou recorrente (CCRm) com gene KRAS do tipo selvagem.

A Merck licenciou o direito de comercialização do cetuximabe fora dos EUA e Canadá junto à ImClone LLC, subsidiária integral da Eli Lilly and Company, em 1998. No Japão, ImClone, Bristol-Myers Squibb Company e Merck conjuntamente desenvolvem e comercializam cetuximabe. A Merck tem um compromisso constante com o avanço no tratamento oncológico e atualmente investiga novas terapias, como o uso de cetuximabe em câncer colorretal, carcinoma de células escamosas de cabeça e pescoço e câncer de pulmão de células não pequenas. A Merck também adquiriu os direitos de tratamento de câncer com UFT® (tegafur-uracil) – quimioterapia oral administrada com ácido folínico (FA) para tratamento de primeira linha de câncer colorretal metastático.

A Merck também investiga entre outros potenciais tratamentos do câncer o uso de Stimuvax® (Vacina de BLP25 Liposoma) no tratamento do câncer de pulmão de células não pequenas. A vacina obteve status de primeira linha em setembro de 2004 pela FDA. A Merck obteve os direitos exclusivos mundiais de licenciamento pela Oncothyreon Inc., Seattle, Washington, EUA.

Além disso, a Merck está desenvolvendo o cilengitide, que é a primeira em uma nova categoria de terapias investigativas anticâncer denominadas inibidoras da integrina, para alcançar a fase III de desenvolvimento; está atualmente sendo investigada para tratamento de glioblastoma, SCCHN e NSCLC. Acredita-se que os inibidores da integrina funcionem por terem como alvo o tumor e sua vascularização.

Perfil-A Merck Serono é a divisão biofarmacêutica da Merck KGaA, Darmstadt, Alemanha, empresa global quimiofarmacêutica. Sediada em Genebra, Suíça, a Merck Serono descobre, desenvolve, produz e comercializa medicamentos de prescrição de origem tanto química como biológica em indicações de especialistas. Nos Estados Unidos e no Canadá, a EMD Serono atua como filiada separadamente incorporada da Merck Serono.

A Merck Serono detém marcas líderes atendendo pacientes com câncer (Erbitux®, cetuximabe), esclerose múltipla (Rebif®, interferon beta-1a), infertilidade (Gonal-f®, folitropina alfa), distúrbios endócrinos e metabólicos (Saizen® e Serostim®, somatropina), (Kuvan®, dicloridrato de sapropterina), (Egrifta™, tesamorelina), bem como doenças cardiometabólicas (Glucophage®, metformina), (Concor®, bisoprolol), (Euthyrox®, levotiroxina). Nem todos os produtos encontram-se disponíveis em todos os mercados.

Com gastos anuais em PeD de mais de € 1bilhão, a Merck Serono tem o compromisso de aumentar seu negócio em áreas terapêuticas especificamente focadas as quais incluem doenças neurodegenerativas, oncologia, fertilidade e endocrinologia, bem como novas áreas que possam potencialmente vir a surgir da pesquisa e desenvolvimento em reumatologia.

Perfil-A Merck é uma empresa quimiofarmacêutica global com receita total de € 9.3 bilhões em 2010, uma história que se iniciou em 1668, e um futuro moldado por mais de 40.000 colaboradores em 67 países. Seu sucesso se caracteriza por inovações de funcionários empreendedores. As atividades operacionais da Merck estão sob o guarda-chuva da Merck KGaA, na qual a família Merck detém participação de aproximadamente 70% enquanto acionistas livres detém os aproximadamente 30% restantes. Em 1917 a subsidiária norte-americana Merck & Co. foi expropriada, sendo desde então uma empresa independente. [www.merckserono.com ou www.merck.de ].

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Merck alemã quer mais mulheres executivas


A Merck KGaA fixou a meta para aumentar a sua proporção de mulheres em cargos de chefia nos próximos cinco anos, avança o site InPharm.

O objectivo é aumentar a percentagem a nível mundial para uma proporção entre 25% e 30% até 2016. O valor é actualmente de 22%.

Como está, actualmente, a proporção de mulheres na gestão das operações da Merck está abaixo da sua média internacional, apenas 17%.

A empresa alemã deu o passo "para avançar com a questão", juntando-se ao que chama de debate "extremamente importante" em torno de um maior número de mulheres executivas nas companhias.

Embora a Merck tenha 43% de mulheres trabalhadoras em geral, são poucas as que ocupam posições de chefia.

Karl-Ludwig Kley, presidente do conselho executivo da Merck, diz: "Nos níveis de gestão, a percentagem é ainda muito baixo. Portanto, a promoção das mulheres de talento é uma das principais questões que vamos abordar no futuro".

"Precisamos de identificar as mulheres talentosas, mais cedo, a nível internacional", diz Kley. "Elas precisam de ter oportunidades suficientes para ganhar experiência em diferentes mercados para que se ajustem aos níveis mais elevados de gestão", acrescentou.

"Independentemente do sexo, idade e origem nacional, temos de assegurar que os executivos têm as qualificações adequadas e são capazes de desempenhar essas funções bem", concluiu.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Merck traça plano de expansão da Dr. Scholl's no mercado brasileiro


Quando a Schering-Plough foi comprada pela Merck & Co., em março de 2009, a união de ativos criou o segundo maior laboratório farmacêutico do mundo, com US$ 75 bilhões em faturamento anual. Na cesta de negócios adquiridos, a Schering-Plough trouxe para a nova empresa um grupo de marcas tradicionais na área de consumo, e uma delas começa a traçar um plano de expansão mais detalhado no Brasil.

A marca Dr. Scholl's, especializada em produtos de cuidados para os pés, tem um projeto mais claro de crescimento local, com aval da matriz americana. Com quase US$ 300 milhões faturados no mundo apenas de julho a setembro de 2010, a operação na área de consumo do grupo tem tamanho nada desprezível, mas cresce devagar lá fora. "Nós estamos, finalmente, trabalhando para aproveitar o potencial de crescimento das nossas marcas de consumo, expandindo as nossas operações para fora dos EUA", afirmou há dois meses Richard Clark, CEO mundial da Merck & Co.

Além da Dr. Scholl's, a farmacêutica Merck adquiriu, dentro do portfolio de bens de consumo, a operação das marcas Coopertone e Claritin, medicamento que reduz os sintomas de alergia.

No Brasil, o projeto da Dr. Scholl's é expandir parcerias no varejo, ampliar o time de vendas e reforçar o portfolio de produtos. A companhia vende hoje no país 32 itens importados, como palmilhas, calcanheiras e lixas, mas precisa reforçar sua distribuição se quiser apresentar algum resultado. Por isso, recentemente cerca de 120 funcionários da empresa se reuniram em uma convenção de vendas em Indaiatuba (SP) - a primeira do negócio do país.
Executivos da matriz estiveram no Brasil acompanhando essas reuniões. "Criamos uma equipe de 60 funcionários focados apenas na venda dos produtos da marca ao varejo. Pela primeira vez temos um time separado da área de farma para cuidar disso", diz Juliana Albuquerque, gerente de produtos da Dr. Scholl's. Farmácias e lojas especializadas já vendem itens da marca em grandes capitais. A ideia é expandir a distribuição nesses canais e iniciar parcerias com supermercados e lojas de calçados.

Este ano, o portfolio de produtos da marca deve ser ampliado em 10%, um número considerado até discreto pela empresa. "Não se trata apenas de lançar novidades, mas de aumentar a base de consumidores ativos dos produtos que já vendemos", diz Juliana. "Apenas 32% dos brasileiros têm algum cuidado com os pés, segundo pesquisa que realizamos. Há muito o que explorar ainda." As mercadorias são importadas de fábricas nos EUA e na China.


Fonte: Valor Econômico

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Merck aumenta lucros em 46% no terceiro trimestre


A farmacêutica alemã Merck registou um aumento de 46% nos lucros no terceiro trimestre, avança o Jornal de Negócios.

Os lucros aumentaram, segundo a agência Bloomberg, para os 210,8 milhões de euros face aos 144,4 milhões registados no período homólogo.

A aquisição da Millipore proporcionou à Merck a possibilidade de aumentar as fontes de lucro para além da sua unidade de produção de medicamentos, segundo a Bloomberg.

De acordo com Jack Scanell, analista da Sanford C. Bernstein, a unidade de produção de medicamentos “foi uma enorme surpresa muito positiva, ao passo que tudo o resto foi ligeiramente desapontador”.

A Merck lucrou 314 milhões de euros no terceiro trimestre com a recente unidade de negócio que a Millipore constitui.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Merck e governo montam PPP de R$ 1,25 bi no Brasil


Três anos após de ter uma patente quebrada no Brasil, o laboratório farmacêutico americano Merck está prestes a fazer as pazes com o governo com uma parceria de R$ 1,25 bilhão para a fabricação de um medicamento contra a Aids.

Para o Ministério da Saúde, que promoveu um seminário com empresários do setor de saúde ontem em Washington, o acordo é decisivo para reconstruir suas relações com a indústria farmacêutica americana, que pouco tem investido no Brasil. "Ajuda a quebrar o gelo", afirma um assessor do ministério.

A Merck, de outro lado, vê uma chance de alavancar suas operações num dos mercados que mais crescem no mundo. "O Brasil é prioritário para nós, junto com a China", disse ao Valor João Sanches, diretor de relações governamentais da MSD, nome das operações da Merck no Brasil.

O acordo, que depende de alguns detalhes para ser fechado, inclui transferência de tecnologia ao Brasil para a produção do medicamento Isentress, também conhecido como Raltegralvir, que integra o coquetel contra Aids distribuído pelo Ministério da Saúde.

Formalmente, está sendo fechada uma pareceria público-privada (PPP), na qual o laboratório Merck transfere conhecimento para que a Nortel, uma empresa privada, produza matéria-prima para fazer o medicamento. O laboratório Lafepe, de Pernambuco, irá se encarregar da produção final. O acordo é uma PPP porque, na ponta, o Ministério da Saúde se compromete a comprar a produção. Hoje, o Brasil importa o equivalente a US$ 40 milhões por ano do Isentress e, com o acordo, as compras anuais do governo devem chegar a R$ 250 milhões.

O acordo terá validade de cinco anos, o que faz com que os valores totais da operação cheguem a R$ 1,25 bilhão. Depois dessa data, as duas empresas brasileiras passarão a produzir de forma autônoma o medicamento, pagando royalties para a Merck até 2019, quando vence a patente.

Em 2007, o governo determinou o licenciamento compulsório do medicamento Efavirenz, também do laboratório Merck, depois que falharam as tentativas para comprá-lo com desconto. Embora o Brasil tenha observado as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), a Merck alegou à época que o licenciamento compulsório iria desestimular os investimentos no país. O governo americano incluiu o caso no relatório que entrega todos os anos ao Congresso contendo violações à propriedade intelectual.

"De fato, ficou a imagem nos Estados Unidos que a gente não respeita as patentes", afirma um assessor do ministério. Os laboratórios americanos têm investido relativamente pouco no Brasil, instalando fábricas e centros de pesquisa preferencialmente na China e Índia. Também passaram em branco, até agora, na onda de compra de laboratórios genéricos por estrangeiros.

"Esse é um episódio superado", disse Sanches, da MSD. Hoje, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, reúne-se em Washington com executivos da Merck. Num outro sinal de reaproximação com os laboratórios americanos, ontem foi assinada parceria semelhante envolvendo o laboratório público Biomanguinhos e a Pfizer.

Fonte: VAlor Economico